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Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Digital Storytelling: the narrative power of visual effects in film

A evolução dos efeitos visuais e a sua transição para digital levou a uma democratização dos DVFx aumentando o número de filmes a usá-los, independentemente do género, de forma exagerada ou invisível. (McClean, 2007).

Parte do público e dos críticos de cinema acusam os efeitos visuais digitais de destruir a narrativa clássica, encaminhando o cinema de volta ao cinema de atracções dos primórdios do séc XX, onde os espectadores eram atraídos pela tecnologia e não pela narrativa.

Apesar de existirem filmes a preencher as falhas do argumento com DVFx, a culpa do mau filme não é dos efeitos por si, mas sim da narrativa fraca, e narrativas fracas sempre existiram. Os efeitos visuais e demais artifícios do cinema existem para dar profundidade à narrativa e, em combinação com uma boa história, podem tornar um filme único (McClean, 2007), como no caso de muitos dos filmes referidos na história dos DVFx.

“Attractions are not abolished by classical paradigm, they find their place in it. ( Gunning apud McClean, 2007: 25)”

Tal como o que acontece com as DSLR, os efeitos visuais digitais tornaram-se acessíveis até para realizadores independentes, podendo ajudar a criar histórias originais, que seriam impossíveis de outra forma devido a restrições de orçamento.

 

MCCLEAN, Shilo T. (2007). “Digital Storytelling: The Narrative Power of Visual Effects” on Film. The MIT Press. Cambridge, Mass. : MIT Press




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