“It’s a number of factors all moving in one direction, an inexorable march of digital progress that may be driven more by cell phones and consumer cameras than the motion picture industry. (Kaufman apud Shore, 2011).”
O preço do equipamento digital têm registado uma constante descida, o que leva a um aumento substancial de filmes digitais de baixo custo realizado por entusiastas e realizadores profissionais, o que contribuí para a mudança dos paradigmas da produção audiovisual (King, 2011).
Este acesso à tecnologia, leva a uma redescoberta do tipo de experimentalismo associado aos primórdios do cinema quando todos tentavam produzir filmes. Os produtos poderiam ser amadores mas revelavam uma grande vontade de experimentação, criatividade e inovação. Esta experimentação atenua as barreiras entre quem produz e quem vê, permitindo que todos influenciem o fluxo da ficção narrativa de alguma forma (Raw, 2009).
Partilho da opinião optimista de Daly sobre esta nova corrente de realizadores:
“Some have worried that this influx of filmmakers will diminish the quality of cinema, but I believe the the combination of new models of production along with new modes of distribution and exhibition creates more room for this excess and a larger more heterogeneous role for cinema in society. (Daly, 2010: 139)”
KAUFMAN, Debra (2011). “Film Fading to Black - Cinematography Editorial at Creative COW “consultado a 4/01/2012 a partir de http://magazine.creativecow.net/art